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Votos brancos, nulos e eleitores indecidos

Ano eleitoral. Chegou a época mais sonhada e desejada pela classe política em todo o país. O período de granjear para si os louros da vitória através de alguns poucos cliques em uma maquininha, criada especialmente para a difusão da democracia no país.

O voto nas urnas deve ser encarado com seriedade e com muita responsabilidade

Buscar um lugar ao sol é o desejo de muitos brasileiros. Mas para aqueles que ingressaram na acirrada disputa política, o ideal mesmo é buscar um lugar com ar-condicionado e que garanta boas somas de capitais em uma conta bancária. Dessa forma, não há nenhum grau de confiabilidade que possa fazer para que um eleitor vote a favor de qualquer que seja o candidato.

É daí que surge a classe dos eleitores indecisos e dos que não votam, não pelo fato de não ter opinião, mas porque vêem que não há motivo algum para assim proceder, ou seja: votar para quê? Adianta alguma coisa escolher candidato A ou candidato B? A cidade vai melhorar? Haverá mais ruas asfaltadas? O atendimento nos centros médicos serão, de fato, humanizados? Os bairros na periferia vão ter mais segurança, espaço para lazer e ruas mais pavimentadas?

Lorotas! De quantas eleições você, leitor, já participou? Quantos e quantos números você já teve que digitar na urna eletrônica? E, voltando há muito tempo lá no passado, quantos “X” você já marcou nas cédulas eleitorais e, quantas delas teve que depositar nas urnas de papelão, caixa e outros materiais? Mudou sua vida? Mudou a vida de seu bairro, de sua cidade, do seu país?

Nem Cristo agradou a todos, claro. Ele mesmo foi derrotado nas ‘urnas’ do templo judeu. Mas, verificando a nossa realidade, sempre houveram problemas e mais problemas em nossa cidade. Seja nas áreas de saúde, educação, segurança, infra-estrutura, sempre houve motivo para reclamações por parte do povoe também sugestões de pautas para os repórteres da editoria de Cidades.

É claro que há aqueles que realmente fazem algo, mas nunca tudo que foi prometido. Parece que os políticos, ao serem eleitos, sempre deixam obras pela metade. É a pracinha, que nunca foi finalizada, ou o ginásio que nunca saiu do papel. De tudo o que foi anunciado nos famigerados e chatíssimos horários eleitorais, pouco é aproveitado nos planos de governos e executados durante o mandato. E há cara de pau que ainda quer mais quatro anos! Para fazer o que? Novas promessas? Para tornar novos eleitores ludibriados? Para preparar uma nova eleição, já em outra instância?

E assim segue a classe dos eleitores, aparentemente, sem opinião, dos que não perdem o voto por causa do canalha que foi eleito pela maioria; dos que analisaram bem e descobriram que nenhum é merecedor do título de representante do povo.

Assim são os políticos. Calhordas! Classe de gente que se vale do marketing de campanha apenas para se ufanarem com a conquista nas urnas. E, no final das contas, é ‘zero’ para o povo e fim de história.

Portanto, eleitor, se há alguém que você julga ser confiável e merecedor de seu voto, então dê sua parcela de contribuição e faça-o vencedor no dia 03 de outubro. Do contrário, se você viu somente cafajestes políticos e pilantras no horário eleitoral ou na reunião partidária próximo a sua casa, não dê mais quatro anos de tormento à sua cidade, ao seu estado, ao seu país. Não custa nada teclar em “Branco” e confirmar… mas aí, a decisão é sua. Pense, tão somente.

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